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28 dezembro 2009
No trânsito
Parado no meio do trânsito, deu-me para experimentar o telefone e apanhar umas imagens.
Saiu isto, com música dos Radiohead.
26 agosto 2009
Uma fotografia de telemóvel por dia

Aqui está a minha JP Xcite Ride 165 l, com uma Gaastra GTX 8,5m.
Na terça, o vento estava fraco, daria à tangente para 8,5m, mas entretanto baixou de tal maneira, que acabei por nem entrar.
Na quarta,, dia 26, esteve de oeste, pelo que foi mais um dia a seco.
Entretanto, serve este post para satisfazer a curiosidade manifestada pelo Nuno a propósito de pranchas, velas, volumes e superfícies.
O windsurf é praticável com ventos entre os 10 e os 100Km/hora.
O material tem se adaptar às condições de vento e, naturalmente, de mar, ponderando também o peso do marinheiro.
Com vento fraco a água é lisa, com vento forte cresce, há vagas, que aumentam na proporção da sua intensidade.
Há que considerar também a ondulação que não é gerada pelo vento.
O princípio geral é o de que quanto mais forte o vento, mais pequena deve ser a prancha (com menos volume medido em litros) e a vela (com menor superfície em metros quadrados).
Eu uso o seguinte material, as pranchas JP e as velas Gaastra:
Uma Xcite Ride Pro 165 - na fotografia em cima -, com uma GTX 10,5, uma GTX 8,5 e uma Matrix 7,0, para ventos na roda, respectivamente de 15, 20 e 25 Km/hora.
Uma Xcite Ride Pro 120, com a Matrix 7,0 e a Manic 5,7, para ventos na ordem, respectivamente, de 30 e 40 Km/hora.
Uma Freestyle Wave Pro 93, com a Manic 5,7, a Manic 4,7 e a Manic 4,0, para ventos à volta, respectivamente, de 50, 60 e mais de 80Km/hora.
Esta regra sofre algumas variações em funções do estado da água, já que, com ondas ou mar muito desordenado, é preferível sempre entrar com a prancha mais pequena, mais manobrável e melhor adaptada a condições difíceis e com uma vela maior.
Outras vezes, no limite inferior de vento de uma vela, usa-se uma prancha maior que o recomendado, para ter maior flutuação e, consequentemente, maior capacidade de planar.
A escolha do volume das pranchas é feita em função do peso do marinheiro, sendo que a mais pequena deve equivaler ou ser inferior ao peso, sem capacidade de flutuação na falta de vento, a média ter mais 30 litros do que o peso, permitindo já a flutuação sem vento e a grande 80 ou mais litros que o peso, de modo a permitir planar com facilidade em condições de vento muito fraco.
Utilizando esta rubrica, irei publicando as várias combinações do material e deixarei algumas notas sobre as diferentes modalidades da arte.
Esclarecido, moço?
24 agosto 2009
21 agosto 2009
20 agosto 2009
Uma fotografia de telemóvel por dia

Inspirado por Zekez Carvalho vou passar a publicar a cada dia uma fotografia tirada com o telemóvel.
Será o que me passar pela frente.
Hoje é um fim de tarde dentro da barra de Viana do Castelo.
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