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23 novembro 2009

Metrodinazolum - Prólogo

Isto é feito de avanços e retrocessos.
Hoje, o último dia de tratamento terminou com um avanço.
Comeu!
Está lindo, de um laranja intenso, com as barbatanas bem vermelhas e a linha dorsal preta muito marcada.
A fêmea, esplendorosa, com a cabeça e parte do tronco cheia de reflexos verdes, a reagir ao contacto.
Magníficos animais.
Os demais também estão bem, muito vivos, com excelente apetite, em suma, normais.
É preciso aguardar pelos próximos dias e ver qual será o
desenvolvimento.
As plantas, essas, estão a ficar uma miséria.
Com a falta de luz e a temperatura alta, há muitas folhas amarelas, com um aspecto melado.
Amanhã já vão ter luz e fertilização, mas a temperatura só a posso baixar daqui a uma semana.
Depois tratarei de as recuperar.
Creio que não se justificará manter um relato diário em mensagem autónoma, pois espero não ter que reportar alterações, pelo que farei aqui um apontamento diário da evolução das coisas.
A água está ligeiramente turva, pelo que procederei a TPA diária de 20% durante uma semana, de modo a retirar da coluna de água os restos do medicamento.
Creio que não se justificará o recurso a carvão activado, mas, se água não limpar, também não faz mal nenhum durante um par de dias.
Ligarei o filtro UV com um fluxo de água muito lento, de modo a assegurar que qualquer bicheza que possa estar em suspensão seja exterminada.
That's all folks!
ACTUALIZAÇÃO 4º DIA: nada de especial a assinalar. O bicho continua a comer, mas muito a medo. Pegou na artémia de manhã e à tarde, mas recusou granulado. Cospe alguma da comida. Cortei as plantas mas estragadas.
ACTUALIZAÇÃO 5º DIA: definitivamente, o animal mostra interesse na comida e, inclusivamente, procura granulado no fundo. O problema seguinte: will he poo red?
Estou deslumbrado com este verbo.
Agora estou reduzido a ser um observador de caca.
Se o tipo começar a fazer vermelho, acho que se safou.
Os demais continuam a alimentar-se como doidos e o poo é vermelho.
Bom.
Muito bom.
Algo de positivo, num verdadeiro dia de merda.
ACTUALIZAÇÃO 6º DIA: no news are good news.
ACTUALIZAÇÃO 7º DIA: o poo é vermelho.
ACTUALIZAÇÃO 8º DIA: impera a normalidade.

22 novembro 2009

Metrodinazolum - Dia 2

Estou um pouco decepcionado porque hoje o animal grande não tocou na comida.
Anda por lá às voltas, chega a pegar-se com os outros, como que a disputá-la, mas nada.
De resto, os bichos estão absolutamente normais.
Não observei fezes brancas, mas também, sem luz no aquário, é difícil ver.
As plantas já começaram a ressentir-se, sobretudo as cryptocorynes, que apresentam algumas - poucas - folhas amarelas.
Logo que se verá o que sucede ao longo dos próximos dias.
A água continua limpa.
E quente...

21 novembro 2009

Metrodinazolum - Um dia volvido


O macho grande mostrou interesse na comida pela primeira vez em muitos dias.
Não com o apetite voraz dos pequenos, que parecem porcos na pocilga, mas chegou-se por várias vezes ao cone de alimentação e deu algumas debicadelas.
É muito cedo para cantar vitória, mas, definitivamente, são boas notícias.
Os animais mostram-se todos muito activos, com boas cores, olhos vermelhos, sem fezes translúcidas.
Com recurso ao terceiro aquecedor, a temperatura mantem-se nos desejados 34º.
Uma vez que a água é previamente aquecida, as TPA's não provocam descida na temperatura.
Para já não há sinais de danos nas plantas motivados pela água excessivamente quente.
Está apenas ligeiramente turva, nada de especial, levando em conta que já levou com 15g de medicamento.
Assim continue tudo...

20 novembro 2009

Metrodinazolum - Adiamento


A grande dificuldade em fazer subir a temperatura para os 33º/34º obrigou-me a adiar o início do tratamento.
Os dois aquecedores Jager de 300W não conseguem fazer a temperatura subir acima dos 31º.
É a temperatura exterior.
Recorri a um terceiro de 150W e, neste momento, está nos 32º.
Liguei também um aquecedor na sala, para aumentar igualmente a temperatura do ar.
Vou ver como evoluem as coisas e começarei o tratamento logo que sejam alcançados os 33º.
Espero conseguir fazer a primeira aplicação às 16.00h.
ACTUALIZAÇÃO: primeira aplicação às 17h

18 novembro 2009

Metrodinazolum - Plano de ataque


Pronto, já arranjei 41 gramas do produto com um grau de pureza de 99,8%.
É altura de passar a acção, desta vez "by the book"
As regras são as deste excelente artigo, com algumas variações à guitarra e à viola, a saber:
1. Aumento da temperatura do tanque para 33º a 34º graus, feita progressivamente, 1º a cada 8 horas, até atingir o valor desejado, de modo a potenciar o efeito do medicamento, que actua idealmente a 37º.
2. TPA diária de 30% de água nos dois dias antecedentes ao tratamento.
3. 400mg por cada 40 litros a cada oito horas (a semi-vida do produto é de 6 a 8 horas), durante 3 dias, ou seja, para 600 litros brutos, aproximadamente 500 litros efectivos, 5g em cada uma das 9 aplicações, no total de 45g (faltam-me 4g).
4. Diluição da dose unitária de 5g em 500cl de água. Agitar muito bem, numa garrafa plástica de 1,5l, durante cerca de meia-hora, já que o produto é pouco solúvel em água ou mesmo álcool. É demasiado arriscado fazer a diluição em acetona.
5. Troca parcial de 20% a cada 8 horas, previamente aquecida à temperatura do tratamento.
6. Suspensão da iluminação artificial durante o período do tratamento, pois o medicamento precipita quando exposto a luz intensa. Será utilizada iluminação artificial por períodos de uma hora diária, antes da alimentação e da realização da TPA, posto que a vida útil do medicamento anteriormente administrado já estará esgotada nessa altura.
7. Aereação suplementar, de modo a assegurar uma eficaz oxigenação da coluna de água durante o tratamento.
8. Diminuição da alimentação para uma dose diária, apenas de artémia salina, com extracto de alho. Fornecimento de artémia viva se for possível obtê-la.
9. Manutenção da temperatura de tratamento durante os 8 dias subsequente ao tratamento, com restituição posterior da temperatura de funcionamento à razão de 1º por dia.
10. TPA diárias de 30% nos 4 dias seguintes à realização do tratamento, para remover os excedentes em suspensão na coluna de água.
11. Suspensão de todas as fertilizações durante o período de tratamento.
12. Suspensão da utilização do filtro ultra-violetas e de quaisquer resinas, carvão activado ou qualquer outra espécie de filtração química durante o período de tratamento.
Começara sexta-feira e decorrerá até domingo, às 08.00h, 16.00h e 24.00h.
Tem que ser desta que mato o Spironucleus vortens...
Tem de ser...

14 novembro 2009

Flagellol - Feito o tratamento


Observação: Dois peixes pequenos activos, a alimentarem-se bem, com boas cores, olhos vermelhos e nadadeiras abertas, se bem que muito magros.
O outro pequeno não se alimenta,está apático e igualmente muito magro.
Nenhum deles faz fezes brancas.
O grande, entretanto mudado para o tanque principal, muito activo, com excelente aspecto, não se alimenta e continua com fezes gelatinosas.
Procedimentos: muda de 90% da água ao fim de 72 horas e nova TPA de 50% ao fim de 96h.
Conclusão: não funcionou, pelo menos com o peixe grande e o mais pequeno.
Melhoras significativas nos outros dois peixes pequenos.
Vou deixar passar alguns dias e voltar ao metrodinazol, desta vez com a temperatura à roda dos 33º/34º e sem luz.

12 novembro 2009

Flagellol - Passadas 48 horas


Observação: continuam a mostrar-se activos (com excepção do pequeno ontem transferido) com boas cores, olhos vermelhos e nadadeiras abertas.
Os outros dois pequenos comem, mas o grande continua a greve de fome.
Apesar disso, está com excelente aspecto, parecendo absolutamente saudável.
Total ausência de fezes translúcidas em qualquer um dos peixes ao longo de todo o dia e até esta hora.
A amónia continua a zero.
Conclusão: ao segundo dia os resultados do tratamento são inconclusivos. A ausência de fezes brancas é um aspecto positivo, mas, só por si, não significa nada. Decepcionante o facto de o grande persistir em não se alimentar.
Procedimentos: continuar a avaliação da amónia. Será preciso decidir se, independentemente do valor, faço a TPA para não correr riscos nas últimas 24 horas.
UPDATE às 18.00h: um passo atrás. O maior dos pequenos continua com um misto de fezes brancas e escuras.
UPDATE às 21.00h: Nh4=0. TPA apenas amanhã às 13h, correspondendo ao fim do tratamento.

11 novembro 2009

Flagellol - As primeiras 24 horas


Quase 24 horas depois da primeira aplicação do medicamento, com oxigenação da água assegurada por pedra difusora, observo:
1. Muita actividade de todos os animais, perfeitamente normal, com significativa evolução quanto aos dois pequenos.
2. O peixe grande e um dos pequenos, com boa cor, olhos brilhantes e vermelhos.
3. O outro pequeno mantém-se escuro, com os olhos baços.
4. Os dois pequenos manifestam algum interesse na alimentação fornecida, constituída por artémia salina misturada com extracto de alho, pois, apesar de não procurarem o cone, comem do fundo.
5. O grande mantém indiferença pela comida.
6. Níveis de Nh4 a 0mg/l, apesar da falta de filtro biológico.
Conclusão: resultados satisfatórios, acima do esperado, apesar da indiferença à alimentação do peixe grande.
Procedimentos: face à inexistência de amónia, não vou realizar a TPA prevista, nem adicionar mais medicamento. Vou proceder a nova monitorização do valor ao fim da tarde, de modo a assegurar que se mantém a ausência de poluição. Agirei em conformidade com os resultados da análise da água às 19h.
UPDATE às 13.50: capturado o terceiro peixe. Levou quase uma hora. Não sei se não se vai quinar com o stress da captura. Ainda tentei o quarto, mas não consegui e não posso gastar mais tempo hoje. Tentarei novamente amanhã.
UPDATE às 19.00: estão paradotes, mas o segundo pequeno já tem cor e já se lhe vê o vermelho dos olhos. O primeiro pequeno tem fezes brancas e castanhas, o que já é bom sinal. Todos com as barbatanas dorsais bem abertas, excepto o terceiro pequeno, capturado hoje, que está que parece chumbo, mas tem natação normal. Amónia=0. Vão fazer novo teste às 21h, mas pondero seriamente não efectuar TPA. Se o teste continuar amarelo vou arriscar mais esta noite. Não é por poupar no medicamento, nem para não ter trabalho, mas apenas para não causar ainda mais stress aos bichos. Afinal de contas, os gajos da Sera devem saber o que andam a fazer (e a escrever). Se dizem que é para tirar o filtro e fazer TPA de 80% apenas ao fim de 3 dias, é porque testaram que aguenta 3 dias sem mudar água e sem filtro. O meu receio é capaz de ser pânico do principiante que nunca teve um aquário sem ciclo com peixes lá dentro. Novo update às 21h.
UPDATE às 21.00: tudo como dantes no quartel d'Abrantes. Bem, quase tudo. O terceiro pequeno abriu as asas e já nada com alguma descontracção. Mas ainda está muito escuro. Fica sem TPA. Nova avaliação da situação às 10.00h de amanhã. Outra tentativa falhada de apanhar o Fugitivo. O parvalhão não perceberá que, se não o apanho, vai morrer? Pois não. É peixe!. Nem o Funes é assim tão burro!

10 novembro 2009

Spironucleus Vortens- o lado negro dos discus


Quem lida com discus, já viu o cenário muitas vezes: o peixe perde o apetite, deixa de evacuar, escurece, surgem fezes brancas filamentosas, fica apático, deixa de procurar comida, começa a emagrecer e morre de uma infecção bacteriana potenciada pelo estado de profunda debilidade geral e pela degradação do seu sistema imunitário.
Aconteceu comigo e já aconteceu com toda a gente.
Com a experiência, já não se deixam os bichos morrer.
Matam-se, metendo-os dentro de um saco com água, que vai para o frigorífico, para, ao menos, lhes apressar a morte e assegurar que seja indolor.
Custa muito, mas é pior ver um bicho aos saltos, a rodopiar no estertor da morte.
Da primeira vez, corri os fóruns e encontrei dezenas de relatos e pedidos desesperados de ajuda, conjuntamente com o mesmo diagnóstico (são ténias) e a mesma solução milagrosa (o flagyl na água).
Não esqueço o dia em que, com um peixe a emagrecer a olhos vistos, apliquei o dito Flagyl na água e o animal começou a expelir um longo filamento translúcido pela cloaca.
Era a ténia, a malvada, o bicho nojento e asqueroso estava morto e o peixe salvo.
O meu primeiro acto veterinário tinha sido um sucesso.
Não foi e o peixe morreu duas ou três semanas depois.
Morreu, porque não tinha ténia nenhuma e o Flagyl na água não faz efeito nenhum para o mal que o bicho padecia.
Um pouco de estudo mais aprofundado, mostrou-me que os discus (com excepção dos selvagens recolhidos da natureza) muito raramente são afectados pelas denominadas ténias e que, em rigor, são platelmintos ou nematelmintos, que aquelas "ténias" eram, de facto, a mucosa intestinal afectada a ser expelida e que aqueles sintomas correspondiam, na verdade, a uma infestação pelo protozoário flagelado em epígrafe.
O mesmo estudo cuidado revelou-me também que o modo tradicional de combate à doença passava pelo metrodinazol, princípio activo do dito Flagyl (medicamento de uso humano, que é um antibiótico de largo espectro, muito usado nas denominadas doenças de senhoras), quer na água, que na alimentação.
Pois se era o Flagyl que matava o cabrão do protozoário, seria o Flagyl que ia matar os protozoários dos meus peixes.
Penei.
Quando o bicho mostrava sintomas e já não comia, lá esmagava os comprimidos e diluía na água.
Morriam invariavelmente.
Passei a dar-lhes o Flagyl na comida e, por vezes, parecia que funcionava.
Mas, passado uns tempos, lá voltava o mal.
Estive prestes a desistir dos peixes.
Andei pelo flubendazole (Fluvermal), pelo praziquantel (Tenilvet), pelo mebendazol, pelo nifurpirinol, toda uma parafernália de medicamentos e combinações de medicamentos para uso humano, uso veterinário e preparados próprios para a aquariofilia, com tentativas de diluição em água, em álcool etílico e em tudo o mais que ao diabo possa lembrar.
Remédios de gente, de pombos, de porcos, de cavalos, de peixes, remédios de tudo.
Quando engordei a ninhada que comprei ao Duarte (os pais destes que agora por lá andam) descobri um produto composto por metrodinazol a 100%, o Metro da Seachem, que comecei a dar na comida de dois em dois meses, cinco dias seguidos, conjuntamente com um outro produto da mesma marca o Focus, que, basicamente, é nifurpirinol, um outro potente antibiótico.
Funcionou.
Os bichos cresceram, medraram e nunca mais voltei a ver fezes brancas filamentosas.
Repeti a receita com estes marmelos e também nunca tive chatice nenhuma.
Com a arrogância dos imbecis, sorri quando vi estes novos com fezes brancas.
Umas colheradas da poção mágica na comidinha, que é para limpar a tripa e ficam como novos.
Não ficaram.
Aquilo limpou, mas voltou.
Os quatro azuis e o Alenquer da lista preta deixaram de comer.
Fiz metrodinazol na água.
Nada.
Era um problema que sinceramente esperava não voltar a ter e que só existe fruto da minha grande incúria ao não fazer quarentena.
Mas está aí, o mal está feito e, agora, não vale a pena chorar sobre leite derramado.
Há que encontrar uma estratégia de combate e ganhar a guerra, ou, pelo menos, o maior número possível de batalhas.
Cada peixe é uma batalha.
Primeiro passo, estudar.
Só agora descobri 3 importantes factos que explicam a minha experiência e a ineficácia do metrodinazol nas circunstâncias em que o utilizei.
1º o metrodinazol tem por temperatura de actuação os 37º. É um medicamente para uso humano, funciona à temperatura do corpo humano. Como os discus não podem ser sujeitos a tempraturas superiores a 35º e é vulgarmente recomendada a sua aplicação a 30º, está aqui a primeira causa da ineficácia do tratamento em água e explicado o relativo sucesso do uso na alimentação.
2º o metrodinazol dissolvido em água precipita quando exposto a luz intensa. Nunca vi recomendado o apagão durante o tratamento e os aquários estão normalmente expostos a luz forte. Mais uma razão para justificar a ineficácia do tratamento em água e a eficácia do uso na alimentação.
3º o metrodinazol combate eficazmente o protozoário em causa, mas não elimina os seus cistos que existam na parede intestinal do animal, o que explica as frequentes recidivas, mesmo em animais desparasitados por via oral.
Portanto, não há nada a fazer?
Tem de haver.
Parti agora para uma estratégia agressiva de tratamento em aqua hospital, a implicar a transferência dos peixes, utilizando a combinação de 5-Nitro-1,3 thiazol-2-ylazan, palmitato de ácido ascórbico e bissulfato sódico de menadiona, sendo que a menadiona é o agente catalisador do tiazol, apresentado pela Sera, na sua linha profissional, sob a marca Flagellol.
Diz que funciona.,
Para já, tenho três bichos no aqua hospital, sem filtro biológico nenhum, em respeito pelas instruções da bula.
Não faz muito sentido a recomendação de fazer o tratamento durar três dias com uma única aplicação, num aquário sem filtro biológico, pelo que vou fazer TPA diária de 80%, com água do tanque principal e de reposição, na proporção de 50%/50%, mantendo na coluna de água a quantidade do medicamento eliminado pela troca (1ml/40l), através da adição diária do proporcional.
Allah uh akbar.

09 novembro 2009

Metrodinazol


O metro parece que não chegou para limpar a tripa dos bichos.
Continuo a ter quatro peixes com fezes brancas, pelo que decidi passar a uma abordagem mais radical.
Esvaziei completamente o aqua hospital, voltei a encher com água do tanque principal e tentei apanhar os peixes afectados.
A ideia era fazer tratamento com algo mais agressivo, o Flageloll, cujo pincípio activo é o Tiazol, associado à Menadiona.
Segundo informações recentes funciona bem com o protozoário flagelado Spironucleus, esse cabrão que está aí ao lado e que me anda a dar cabo da tripa dos bichos.
Nunca experimentei, portanto vai ser agora.
Bom, era ideia, porque só consegui pescar dois.
Andei quase meia hora à cata dos outros, mas os tipos dão-me uma tanga de todo o tamanho.
São pequenos, esgueiram-se pelo meio dos troncos e das plantas e ando eu à procura deles num lado e já os gajos estão no outro.
Não vai ser fácil.
E eu convencido que me tinha visto livre disto.
Mas eu quilho esse Spiro, filho de uma saga de prostitutas do Mato Grosso.
Ó se quilho.